sexta-feira, 11 de junho de 2021

Viajando o Sertão - Câmara Cascudo

 


Este livro deve ser visto sob o ponto de vista cultural e político, tratando de vários temas existentes nos caminhos do sertão norte-rio-grandense, tocando inclusive na questão do negro. Nele o leitor encontrará um extraordinário manancial de conhecimentos, sensibilidade e ternura humana com as coisas, a gente e a terra onde o mestre Cascudo sempre viveu.


Texto extraído de: Global Editora



Tradição, Ciência do Povo - Câmara Cascudo

 


Mais um tesouro deixado por Câmara Cascudo, reunindo registros escritos e orais da cultura popular brasileira. Entre outros temas, analisa a relação do nosso povo com a natureza (as plantas e seus aspectos medicinais e mágicos), seus fenômenos naturais (chuva, calor, vento, tempestade etc.) e os quatro elementos (água, fogo, terra e ar).


Texto extraído de: Global Editora

Religião no Povo - Câmara Cascudo

 


Este livro é mais que um trabalho folclórico. É o resultado de mais de quarenta anos de pesquisa discreta e contínua. Em suas páginas temos a descoberta de um mundo que surge com os encontros e a magia dos fenômenos ligados à fé, reunido pelo autor da crendice popular: crendices milenares de matutos, sertanejos, caipiras, homens que fazem o povo brasileiro.


Texto extraído de: Global Editora

Superstição no Brasil - Câmara Cascudo

  


Superstição no Brasil reúne três livros de Luís da Câmara Cascudo, publicados em épocas diversas, unidos pela afinidade temática: Anúbis e outros ensaios, Superstições e costumes e religião no povo. Uma viagem fascinante por superstições, hábitos e costumes de origens milenares e sua permanência no Brasil.


Texto extraído de: Global Editora

Geografia dos Mitos Brasileiros - Câmara Cascudo

 


Lobisomem, Mula sem Cabeça, Saci-Pererê e muitos outros seres fantásticos, que povoam a imaginação do brasileiro, são os personagens deste livro, que estuda cada um deles com deliciosa erudição sem pedantismo, provando que a companhia de monstros, em vez de pesadelo, pode ser uma viagem maravilhosa.


Texto extraído de: Global Editora

Dicionário do Folclore Brasileiro - Câmara Cascudo

 


Obra sem similar na língua portuguesa, o Dicionário do folclore brasileiro reaparece conforme a última edição revista pelo autor. Milhares de verbetes sobre as superstições, crendices, mitos, danças, lendas, práticas mágicas adotadas e vividas pelo povo brasileiro em seu cotidiano.

Luís da Câmara Cascudo - Um dos mais respeitados pesquisadores do folclore e da etnografia no Brasil, Luís da Câmara Cascudo viveu quase toda sua vida no Rio Grande do Norte. Lia muito, recebia visitas, escrevia demais. Em suas viagens fazia amigos e ouvia histórias. Trocava muita correspondência. Por ser um homem muito querido, recebia – por escrito ou ao pé do ouvido – muitas informações sobre "causos" que embalaram o sono e assustaram gerações e gerações. Professor Cascudo, como historiador que era, também pesquisou os caminhos trilhados pelo homem e seu legado nos deixou as mais preciosas informações sobre a cultura brasileira. Em 1954, lançou a sua obra mais importante como folclorista, o Dicionário do Folclore Brasileiro, obra de referência no mundo inteiro. No campo da etnografia, publicou vários livros importantes como Rede de Dormir, em 1959, e História da Alimentação no Brasil, em 1967. Publicou depois, entre outros, Geografia dos Mitos Brasileiros, com o qual recebeu o prêmio João Ribeiro da Academia Brasileira de Letras. O pesquisador trabalhou até seus últimos anos e foi agraciado com dezenas de honrarias e prêmios. 




Texto extraído de: Global Editora



História da Alimentação no Brasil - Câmara Cascudo

 


O livro História da Alimentação no Brasil, um vigoroso tratado de 900 páginas, é até hoje o maior registro histórico e sociológico sobre a culinária brasileira. Dividida em duas partes, a obra faz um minucioso levantamento das tradições alimentares brasileiras, fruto da miscigenação entre povos originários do Brasil, da população africana escravizada e dos portugueses. Aborda desde a aclimatação da doçaria portuguesa no Brasil com ingredientes nacionais, passando pelo processamento da farinha de mandioca, até o óleo de palma trazido pelos portugueses, feito com técnicas africanas.

Cascudo viajou pelo Brasil de 1943 a 1962, entrevistou ex-escravizados, pessoas nas feiras, especialistas, donas de casa, visitou casas de brasileiros de todos os tipos, estudou a cultura indígena, debruçou-se sobre uma bibliografia extensíssima e foi à África conhecer as origens de vários dos nossos pratos. Através dessa pesquisa de fôlego, ele descobriu de onde vieram certos ingredientes, utensílios, temperos, receitas, e entendeu, pelas tranças históricas e geográficas, como foi se formando nossa cultura à mesa.


Texto extraído de Global Editora