Fonte Figura: http://www.festejo.art.br/historico/
sexta-feira, 10 de setembro de 2021
quinta-feira, 9 de setembro de 2021
A Memória Social do campo da cultura popular: A comunidade de cirandeiros de Tarituba (Paraty/RJ)
Esta tese se
propõe a analisar a memória do campo da cultura popular a partir da trajetória
da comunidade de Tarituba, distrito de Paraty, portadora de manifestações
culturais seculares como a Ciranda e a Folia de Santa Cruz. Essa análise parte
da abordagem teórica de Pierre Bourdieu, buscando entender a formação deste
campo social onde interagem os agentes da cultura popular, os agentes externos
modernos e o Estado. Esse olhar se estabelece dentro de um recorte de tempo
marcado pela origem e constituição da comunidade, pela formação do campo dos
agentes externos a partir de meados do século XIX, pela trajetória do Estado e
suas relações com as políticas públicas para a cultura, indo até o momento
atual. Nessas interações no campo são observados e postos em comparação os
protagonismos dos agentes em momentos históricos distintos, tendo como
parâmetros os impactos e transformações sofridas pela comunidade e suas
tradições culturais.
Para acessar a tese na íntegra:
http://www.memoriasocial.pro.br/documentos/Teses/Tese83.pdf
Fonte da Figura: https://cirandacaicaradeparaty.wordpress.com/
O feitio da canoa caiçara de um só tronco: a cultura imaterial de uma nação, em 25 linhas
A canoa
esculpida em um único tronco de árvore denominada canoa caiçara, é uma
embarcação que carrega em suas linhas habilmente entalhadas a associação direta
à população dos pescadores caiçaras que habitam a faixa litorânea que vai do
litoral sul fluminense, paulista, até o norte paranaense. Seu design especial
com características próprias, desenvolvidas e aperfeiçoadas visando garantir
para esta atividade pesqueira tradicional a máxima funcionalidade e segurança
com a mínima manutenção e gasto energético, garantiu a sobrevivência desta população
caiçara em perfeita harmonia com o ambiente natural em que se inserem até os
dias atuais - Documento IPHAN.
Para acessar o documento na íntegra:
https://nupaub.fflch.usp.br/sites/nupaub.fflch.usp.br/files/DOSSI%C3%8A%20IPHAN%20V14.pdf
https://nupaub.fflch.usp.br/sites/nupaub.fflch.usp.br/files/DOSSI%C3%8A%20IPHAN%20V14.pdf
Comunidades do Tambor
Entre os povos
bantos da África Central, tambor é ngoma. Não só o instrumento, porém, metonimicamente, a dança e o canto que o tambor põe em ação e, por extensão,
toda a comunidade que se reúne em torno do instrumento para a celebração ritual
e prazerosa. Ngoma atravessou o Atlântico, junto com seus guardiães tornados
escravos, malungos do Congo-Angola e das terras de Nagô e Jêje. “Chora ngoma, ê
Angola”, canta hoje o velho capitão de Moçambique numa festa do Rosário em
Minas, lembrando a dolorosa travessia do Atlântico. E no Brasil a ngoma, comunidade
do tambor, cria elos firmes entre o passado e o presente da gente
afro-brasileira, os viventes e os antepassados, a Senhora do Rosário e Mãe
Iemanjá...ngoma aqui reinventada de corpo, alma, beleza e mistérios.
O Negro e o Garimpo em Minas Gerais
Fundamentado em pesquisa de cantigas africanas outrora ouvidas nos serviços de mineração, Aires da Mata Machado Filho realiza um estudo sobre as contribuições do negro à cultura brasileira.
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