Fonte Imagem: https://www.conhecaminas.com/2019/11/a-historia-e-origem-da-folia-de-reis.html
segunda-feira, 6 de janeiro de 2025
terça-feira, 3 de dezembro de 2024
Viva Santos Reis - Um estudo etnográfico das Folia de Reis Brasileiras
A obra sobre a riqueza cultural do Brasil: "Viva Santos Reis – Um estudo etnográfico das Folias de Reis Brasileiras" nasce do início da trajetória acadêmica do antropólogo Daniel Arrebola, em 2014, durante a graduação em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC Rio – e continua seu desenvolvimento até 2017, durante a Pós Graduação em Adolescência e Juventude no Mundo Contemporâneo, pela Faculdade de Filosofia e Teologia do Jesuítas – FAJE, em Belo Horizonte, onde ele pesquisou sobre a relação dos jovens mestres de Folias de Reis no sertão mineiro.
Este livro mergulhou em uma das tradições folclóricas mais encantadoras e vibrantes do nosso país, apresentando uma visão abrangente das Folias de Reis, uma expressão artística e religiosa que cativa corações e forma pessoas na fé através da cultura popular há mais de um século. Este livro é um convite para uma viagem emocionante pelo sudeste brasileiro, explorando as diversas manifestações das Folias de Reis ao longo dos estados.
https://www.editorauana.com.br
quinta-feira, 18 de julho de 2024
VIVA O POVO BRASILEIRO: Violas
Fonte Imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSfAag2td2HD6wPTHs70D79ESvw0Xo2IG62KlM6Q_cSza-akKK-EOs7oJonLZlDjK2KvDRm7EGCkEidcKi-Ojnw_N8maFqJpdTKe8X2jLJxdOIv5p_sRUivgzgPqGW3L-akoZcgdQNvbQo/s1600-h/Viola+Caipira+Plano+de+fundo
quinta-feira, 20 de junho de 2024
VIVA O POVO BRASILEIRO: Potes antigos
"Os potes antigos trazem consigo as marcas do tempo e do seu uso, a rusticidade torna suas imperfeições características culturais marcantes dos povos de sua região"
Fonte Imagem: https://cdn.awsli.com.br/2495/2495383/arquivos/Catalogo%20Marias%20de%20Barro%20.pdf
terça-feira, 13 de fevereiro de 2024
Almanaque do Samba
Histórias, curiosidades, pequenas biografias de diversos bambas do samba e muitas ilustrações dão o tom cadenciado ao Almanaque do samba, do historiador e amante do ritmo André Diniz. Seguindo o sucesso do Almanaque do choro, o autor faz um rico passeio pela história do samba: das raízes mestiças, passando pela bossa nova e pelas canções dos festivais, até suas incursões pelo rock e pela música eletrônica.Com uma prosa leve e informativa, André Diniz revela como os rumos da cultura e da política nacionais se relacionam com o desenvolvimento do samba, e discute suas raízes e influências. Mais de 100 imagens e 80 boxes com informações complementares compõem um painel muito bem ilustrado nesse almanaque, que possui ainda o mérito de destacar a pluralidade e a diversidade do samba. Leitura indispensável a todos que apreciam a música popular, o livro traz ainda:- uma discografia comentada com os discos mais relevantes de diversos compositores e intérpretes (elaborada pelo colecionador Flavio Torres) - lista de lugares onde se pode ouvir bom samba em todo o Brasil;- bibliografia selecionada;- cronologia do samba."O samba desde os primórdios, suas relações com o lundu, o maxixe e sua evolução ao longo dos tempos, destacando perfis dos principais bambas, são apenas algumas das vertentes deste substancial Almanaque, que tem ainda vasta bibliografia e discografia. Verdadeiro manual do ramo (e suas ramificações), ele fornece o caminho das pedras para quem pretende ir ao samba - no mais amplo sentido da expressão."Tárik de Souza"Almanaque, explica o dicionário, é isso aí que o André Diniz fez para a gente do choro: livro que traz diversas informações úteis, poesias, trechos literários, anedotas, curiosidades etc. Agora ele retoma o mesmo delicioso caminho, abordando o universo do samba. Para quem trabalha com informação, é prato feito, farto, bem temperado."Hermínio Bello de Carvalho.
Almanaque do Carnaval
sexta-feira, 26 de janeiro de 2024
AGUARATERRA: Olavo Romano, o eterno contador dos Casos de Minas
Nesta semana fui arrebatado pela memória das coisas da terra e das pessoas. Este rio sempre navegou em mim, contudo inexplicavelmente de tempos em tempos ele transborda, invadindo as margens e inundando todo o sentimento...
Na ribeira deste rio, penso nas pessoas, aos meus que navegaram rio-abaixo e que um dia encontraremos em uma grande festa no ponto de encontro rio-mar...
É onde cultura, pessoas e lugares se encontram. Na parede da memória guardo um livro que acompanhou minha vida. Conhecido em menino, Minas e seus Casos de Olavo Romano me encantou, me deixou hipnotizado.
Alguns anos depois, num mundo onde a internet ainda não era nem sonho, até hoje não sei como, consegui o contato por telefone com uma livraria e finalmente adquiri outro livro fantástico: Casos de Minas, lançado pela editora Paz e Terra. A capa de uma velha casa de fazenda me transportava para minha casa. Fotografia impactante que também assombrou Drummond. Minas Gerais tem dessas coisas... Década mágica de 1980 que trazia nestes livros o cheiro de Minas.
Muitos anos depois, tive a honra de participar do Projeto Sempre um Papo em Juiz de Fora ao lado do Olavo Romano. Emoção grande para aquele rapaz que ainda garoto viajava nas capas daqueles livros. Com o Grupo Amalé, cantamos Ribeirão Encheu, uma Folia de Reis da região de Porteirinha, abrindo as porteiras, portas e janelas das pessoas de Minas. Honra minha de estar ao lado do Olavo e do Seu Antônio Macário, cantador e contador das coisas da vida...
Muitos anos se passaram e com espanto encontrei uma nova edição do Casos de Minas pela Paz e Terra. Mas faltava alguma coisa. A alma daquela casa velha não estava lá.
E num relance ao procurar pelo Olavo na internet, acabei de saber que ele se encantou há alguns meses. Não foi à toa a enchente deste rio. O barqueiro tem de suas sabedorias... Um filme de minha vida passou neste momento. Quem vive as coisas da terra se depara com estes acontecimentos. Segue canoa e leva o querido Olavo para junto dos seus, contarem estes eternos Casos de Minas. No rastro desta canoa ficou só sentimento...
Frederico do Valle, Belo Hoirizonte, 26 de janeiro de 2024











